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O Barco de Dinheiro

Reza a lenda que em uma modesta cidade europeia havia uma fábrica de peças que ficava no centro de uma ilha.

Para chegar a ela, os trabalhadores se dividiam em grupos e utilizavam pequenos barcos que ficavam atracados na costa.


Cada barco podia levar ate´ cinco pessoas, e todas ajudavam a remar.


Esse era o único jeito de entrar e sair daquela ilha.


Certa noite, uma forte tempestade causou um curto-circuito na sala de máquinas principal.

Um incêndio de proporções devastadoras teve início.


As chamas rapidamente se espalhavam e a fumaça negra invadia cada metro quadrado da fábrica.

O fogo consumia tudo o que encontrava pela frente.


Os trabalhadores gritavam e corriam em desespero.


Lutavam por suas vidas enquanto ajudavam uns aos outros a sobreviver àquele inferno escaldante.


O dono da fa´brica, ao perceber que o fogo venceria, tomou uma decisa~o surpreendente.


Abriu o cofre que ficava atrás do quadro principal de seu escrito´rio e, carregando quatro sacos cheios de dinheiro, pegou um dos barcos e se lanc¸ou ao mar.

Sozinho.

Como o barco tinha lotação para cinco pessoas, ele atirou os pares de remos extras ao mar, acomodou os sacos de dinheiro onde deveriam estar as pessoas e partiu.


Enquanto remava, se afastando da ilha, via trabalhadores desesperados procurando lugares nos barcos já lotados.


Ele levou o dinheiro e deixou as pessoas.


A` certa altura, a violência da tempestade o deixou sem forças para continuar remando.

As rajadas de vento roubavam-lhe toda a distância que conseguia progredir nas remadas, tornando vãos seus esforços de chegar à outra margem.


Barcos e mais barcos de trabalhadores começaram a passar por ele.

Todos o encaravam com desprezo, e seguiam ajudando uns aos outros a escapar das trevas.

O homem, exausto, perdia a luta para o mar.


Nunca mais se teve notícias do dono da fa´brica.


Um sujeito que jamais entendeu que as pessoas ve^m antes do dinheiro, nunca o contra´rio.


Se ele tivesse deixado o dinheiro e lutado para salvar pessoas, poderiam todos juntos terem alc¸ando a outra margem e recomeçado o nego´cio.


Sem pessoas, uma empresa não acontece. Na~o consolida a sua missa~o.

Empresas precisam de resultados, e são as pessoas quem os alcançam.

Empresas precisam de lucro, e são as pessoas quem o constroem.

Líderes de verdade entendem a matemática inteligente das coisas: cuidam das pessoas, e elas cuidam da organização.


Na sua empresa, qual e´ a prioridade?


As pessoas ou o dinheiro?

 

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